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BRASIL, Nordeste, TERESINA, Mulher, Abkhazian, Tsonga

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A BOA NOVA...

http://www.leituradeumminuto.zip.net

1) Início de uma nova Era...

2) O "garrafinha" não será desativado, permanecerá vivo em nossos corações... e neste mesmo endereço, porque eu sou é egoísta!...

3) Não tem mais o que falar, enfim!, próxima!...



 Escrito por Mari às 22h14
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A volta dos que não foram...

Estava sentindo falta das palavras... fotologs são legais, eu sempre falei que sou melhor com imagens do que com as palavras, mas não é verdade, eu sou péssima em ambas igualmente. Mas o ser humano tem a necessidade de se expressar, não que eu seja um ser humano (não resisti...), mas eu gosto de falar. Gosto de ser ouvida. Gosto de debates (tema livre). Gosto de conversas. Enfim, eu gosto das palavras! As imagens podem falar sozinhas, mas sempre falta alguma coisa... talvez faltem as palavras... as imagens, com o tempo, se tornam vazias. Qualquer um pode ver e admirar uma imagem, mas poucas pessoas conseguem admirar as palavras. E é por esse aspecto tão único das palavras que eu me volto para elas. Senti saudades, ponto. Estou de volta no blog. E tenho dito!...



 Escrito por Mari às 01h29
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Efeito SAPO... (Parte II)

Eu nunca fui tão ousada...

Eu nunca peguei o telefone tão decidida...

Eu nunca fiquei tão feliz em ouvir um "Vem pra cá..."...

Não, eu não fui... (um passo de cada vez, oras...)

E eu nunca vi uma viagem tão oportuna quanto essa que eu estou fazendo agora... (tem alguém curioso???...)



 Escrito por Mari às 11h56
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Efeito SAPO...

Primeiro o Morrissey cantou Sueheade...

Depois foi você quem me prometeu um bar de rock...

E assim, fez meu dia mais feliz que ontem... mas menos feliz que amanhã...



 Escrito por Mari às 22h02
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VAMOS FALAR DE COISA SÉRIA!...

Hoje eu to escrevendo aqui por uma razão séria e muito triste...

 

Acabei de receber o e-mail de uma das minhas melhores amigas, a Mônica. Ela tem um amigo, o DIRCEU HAMILTON CORDEIRO CAMPELO, que descobriu ontem que tem leucemia, e num estágio bastante avançado. O problema é que o tipo sanguíneo dele é muito raro, B+, tanto que o HEMOPI não ta nem aceitando aquele esquema de trocas. Por isso eu to pedindo, se você conhece alguém que tem esse tipo de sangue, ou se você o tem, por favor, entra em contato comigo que eu encaminho a alguém que dará as informações necessárias. Atenção: é necessário ter mais de 50 kg. Por favor, vamos ajudar a quem precisa!...

 

Repetindo as informações:

Paciente: DIRCEU HAMILTON CORDEIRO CAMPELO

Tipo sangüíneo: B+

“Doação de Plaquetas” no HEMOPI (próximo ao HGV)

 

Agradeço desde já aos amigos, em especial aos que puderem ajudar...



 Escrito por Mari às 17h30
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A MARIANA E O TRABALHO - Reflexões de uma mente que não pára...

Parte 000003

* Se um lobo consegue se esconder na pele de um cordeiro, é porque seu tamanho é tão insignificante que não merece ser considerado...



 Escrito por Mari às 03h09
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A MARIANA E O TRABALHO - Reflexões de uma mente que não pára...

Parte 000002

Toda his(es)tória possui duas versões: a verdadeira e a dos outros...



 Escrito por Mari às 00h08
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A MARIANA E O TRABALHO - Reflexões de uma mente que não pára...

Parte 000001

* Sabe por que é que música brega faz sucesso??? Porque todo mundo tem não um, mas DOIS cotovelos...



 Escrito por Mari às 16h41
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Reflexão...

Então o véu que estava sobre meus olhos finalmente caiu. E eu percebi que havia magoado uma pessoa que não merecia. E ouvi a voz da minha mãe ecoando na minha mente: "Você fala demais quando tá com raiva!". Depois, a da minha irmã: "Depois tu pede desculpa, tudo bem pra ti, mas o estrago já tá feito!". Aí eu entendi. Eu estava errada, parece que aquela vozinha que me irritava sussurrando há meses no meu ouvido, afinal, estava certa! Eu me voltei para as coisas erradas, eu olhei tanto adiante, que esbarrei em quem estava perto de mim. Doeu ver a decepção nos seus olhos, e doeu mais ainda o fato de eu saber que eu fiz por merecer. Eu agi do mesmo modo que agiam pessoas que eu critiquei. Talvez o problema não tenha sido o que eu falei, mas a maneira que eu falei. Uma boa conversa resolveria o problema, a sinceridade continuaria reinando e nós estaríamos fortalecidas agora. Mas não há mais tempo. Enfim!... Só posso dizer que me arrependo. Que, de alguma forma, isso foi útil, pois me abriu os olhos. Que eu chorei por mim, por você e por eles e elas como eu nunca havia chorado. Não caiu uma lágrima, eu apenas derreti por dentro. No bom sentido, óbvio... E digo mais: eu respeito limites, e vou continuar a respeitá-los. Não vou invadir a área de ninguém, talvez até me recolha um tempo. Não é uma mudança repentina, é algo que já vem acontecendo há tempos, mas só agora, talvez, as pessoas consigam notar. A Mariana antiga tenta voltar há tempos, e foi preciso um tombo feio pra ela ver que dói. Eu queria que você entendesse que não foi por mal. Não vou deixar pra lá, ao contrário, vou deixar à vista, bem diante dos meus olhos, vou aprender com os meus erros. Se algum dia, você for capaz de me dar uma outra chance, ótimo, vou aceitá-la. Se não for, também vou aceitar, é a vida – eu disse que sei respeitar limites. Eu só queria que você soubesse que, mesmo magoada, você me ajudou – eu vi o que eu não via. Mea culpa. Desculpa. Amém.



 Escrito por Mari às 09h16
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Justificando o injustificável

Uma pessoa saiu de dentro de mim. Não que eu estivesse grávida... quer dizer, talvez eu estivesse grávida de mim mesma. Só que foi uma gestação muuuuito demorada, coisa de uns 18 anos (descontando o tempo que eu ainda não era gente...). E o parto já dura uns 4 meses, mas parece que ainda tá longe de acabar. E é sempre aquela mesma coisa, todo o mundo vê o bebê bonitinho que nasceu, mas só a mãe lembra o quanto ela sofreu pra tê-lo, o quanto doeu. Não é que ela esqueça a dor depois, ela simplesmente sabe que valeu a pena. O meu parto tem valido a pena. Mas não é por isso que deixa de doer um pouco de vez em quando...

É difícil você não se reconhecer. É difícil você notar que quem está ao seu lado não te reconhece. E como estranhos e não tão estranhos passam a te admirar pelo que você aparenta. Eu ganhei o respeito de muita gente. Mas os elogios nem sempre são confortáveis. E sempre tem alguém que sabe mais sobre o que você come ou deixa de comer, o que você toma ou deixa de tomar... e, por mais que a silhueta enxugue, meu prato vai ser sempre notado, o que eu como sempre vai ser mais importante do que eu.

Eu achava que isso era frescura, mas eu tô vendo que não é bem assim. Minha realidade agora é outra, eu não me reconheço em certas ocasiões. Eu estou em falta com pessoas que eu amo (é, você mesma!!!!) e não me sinto bem com isso, mas eu sou outra pessoa agora. E se um bebê precisa de aprovação pra se desenvolver, eu também preciso que esta nova pessoa seja aprovada. Ela é igual à outra Mariana, só que ela é mais determinada, disciplinada, mais forte até... ela vai assustar algumas vezes os velhos conhecidos, por isso eu peço um pouco de paciência dos meus amigos, em especial daqueles com quem eu tenho falhado nos últimos tempos (é, você de novo!!!). Só um pouco mais, e todos vão ver que a nova Mariana é muito melhor que a antiga, porque ela ganhou 12 quilos a mais de felicidade. Obrigada!



 Escrito por Mari às 03h03
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Para uma amiga especial...

Agora nós estamos em fases diferentes da vida, depois de muito tempo. Eu não estava com você nas horas difíceis, e dificilmente eu vou me perdoar por isso. Mas eu sempre lembro de você. Aquela história de derrubar a casa com um trator pra te resgatar ainda tá valendo! Você continua sendo a melhor, e nunca vai deixar de ser! Te adoro, viu? Beijão!



 Escrito por Mari às 03h02
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Dança com loiros...

Os cabelos não são mais lisos, nem compridos. São cacheadinhos e cortados baixinho. Os olhos continuam azuis, obviamente, mas a altura mudou, são uns 20 cm a mais – agora saltos me são permitidos (até recomendados!). Agora não é mais concreto, é resina. Não é mais ferro, é cálcio. O carro azul agora é branco. E agora, meu Deus, existem baquetas!!! Forrós e pagodes dão lugar ao rock e ao roots. Mas isso não me impediu de chamá-lo pra dançar forró. De longe, na frente de todo mundo. Ele não acreditou – nem eu, mas disfarcei. Ele foi a única pessoa que conseguiu me conduzir, e eu acho que isso significa alguma coisa. Pena que ele não levou meu outro convite a sério. Mas vem aí o Natal, e como é possível descobrir sua presença pelo rádio, o único recado que eu posso deixar é: "Aguardemos..."



 Escrito por Mari às 13h28
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Em nome do pai, do filho e do Espírito Santo...

Acontece que eu não ía virar abóbora após a meia noite. E meus pés reclamavam, mas concordavam em se segurar naqueles 15 cm. O sapato não era de cristal, por isso não importava perdê-los. A maquiagem não era à prova d’água, por isso não me era permitido chorar. Também porque não havia motivos para chorar. É, talvez um ou dois motivos, mas naquela hora eles eram meras lembranças distantes. E quando soaram os primeiros acordes do Bolero de Ravel, eu entendi o porquê da minha sugestão – emanava dele um poder tão retumbante quanto a música. E eu pude vislumbrar seus olhos ao vê-la entrar. Eu vi o amor ali, embora ele negue, eu vi, eu presenciei. Entendi a importância dela. Eu devo amá-la como eu o amo.

Amém.



 Escrito por Mari às 13h28
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Da série "dúvidas existenciais" ou "não pergunte que eu acabo respondendo..."

Por que quem me leva a sério não tem atitude, e quem tem atitude me acha com cara de palhaça (pelo menos foi o que pareceu...)?



 Escrito por Mari às 00h13
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MUDEI!!!

Como eu não sossego, eu tenho um novo fotolog!!! Esqueçam o outro, o endeço agora é:

 www.garrafinha.nafoto.net



 Escrito por Mari às 18h06
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