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BRASIL, Nordeste, TERESINA, Mulher, Abkhazian, Tsonga
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Retificando (o que é isso?)
Ei, eu tava brincando!!! Foi uma piadinha meio mórbida, eu sei... na verdade, eu quero ser cremada num forno de pizza!!!
Desculpem, eu não resisti...
Escrito por Mari às 20h08
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E assim, eu me fui... de mentirinha!
Essa semana ocorreram duas mortes. Uma já era mais ou menos esperada (mas nem por isso doeu menos), a outra foi meio que de surpresa. Isso me fez começar a pensar a respeito. Será que alguém sentiria a minha morte? Quem choraria por mim? Como reagiriam as pessoas quando recebessem a notícia? E aqueles que eu não vejo a muito tempo, derramariam alguma lágrima?
Além de tudo, comecei a me preocupar com um assunto de maior importância: meu funeral! Por mim, tocaria The Smiths na entrada, pra dar um clima. Seria servido champanhe e bolinho de bacalhau e um daqueles comediantes seria contratado para falar de mim lá na frente:
- Ah, Mariana... você vai fazer falta... principalmente pro Fulano, que tu devia dois mil reais... (e as baterias soariam no melhor estilo da comédia americana).
E as pessoas ririam, lembrando de mim com saudades (será que alguém sentiria?). então entraria meu caixão – laranja com detalhes em verde-limão, de acrílico. Eu estaria vestida numa calça jeans e blusa preta (dizem que cadáveres incham depois de um tempo! Cruzes!). Gérberas enfeitariam o ambiente e, na hora de fechar o caixão, tocaria “girls just wanna have fun”... ou então “every breath you take”, apesar de eu não usar mais oxigênio há algum tempo...
- Nem na morte toma jeito...
Na saída, as pessoas receberiam balões de gás (daqueles soltou, voou) com a minha cara e a seguinte frase atrás: “Me solta!”
Minha lápide seria bem simples, mas os dizeres, eu estou na dúvida:
“Fui...”
“Talvez agora você possa descansar em paz...”
“Foi bom enquanto durou...”
“Tá olhando o que?”
Só espero que este post dure os 115 anos necessários...
Escrito por Mari às 20h00
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Isso sim é poesia de nível!
Nem tanto
As pessoas passam fome e eu não choro!
As pessoas perdem suas casas, e eu não choro!
As pessoas até morrem – pensa que eu chorei?
Ontem eu vi o filme da Sakura, com direito a batalha num parque de diversões e altas declarações de amor...
Bom, talvez eu não seja tãaaaao de pedra assim...
Escrito por Mari às 02h22
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Meio que sobre tipos - parte 2 à parte (!)
Vários problemas que eu enfrento na minha vida amorosa:
1) A escolha. Eu, definitivamente, escolho muito mal. Quando não é “demais”, é “de menos”; quando não é “galinha”, é comprometido, ou pode ser pior, um galinha comprometido; quando me dá atenção, não é quem eu me interesso, e quando sou eu quem me interesso, sou ignorada.
2) A aproximação. Verdade seja dita: eu não sei paquerar, flertar, queixar ou seja lá que batatas for. Não sei fazer jogos, não sei fazer caras e bocas e sempre vejo coisa onde não tem – ou não noto quando tem, como o caso clássico do meu primeiro ano de faculdade (nem me perguntem!) ou o mais clássico (e ridículo) ainda do meu tempo de terceiro ano. Eu dou foras sem saber... e se alguém me encara, eu penso que é briga e saio correndo...
3) Como agir. Nos filmes, quando alguém “fofinho” tá interessado em alguém (geralmente alguém super) e a pessoa puxa conversa ou se aproxima, o “herói” (ou heroína- uhuuuu!) se atrapalha todo, derruba o que tiver por perto e solta a maior besteira possível que não devia dizer naquela hora. Sabe os filmes? Pois é, podem ser reais...
Sim, eu sou heroína, e daí?
4) Ainda no como agir. Por ser muito (mas muito mesmo!) tímida (Auto-estima? Da última vez que eu a vi, ela tinha ido passear lá em baixo, no calcanhar... tá, eu sei que eu não devia pensar assim, mas merde, alors, essas coisas acontecem...), eu procurei entender a chamada “linguagem corporal”... Bom, depois que eu cheguei na parte de “pupilas dilatadas indicam atração”, eu me senti o máximo quando comecei a olhar pros olhos do meu paquera até descobrir que se tratavam de olhos verdadeiramente pretos... e a outra vez, numa conversa em pé, eu fiquei na ponta dos pés (e dando pulinhos) pra poder ver os olhos de um cara de 1,93m (não era daqui, obviamente!)
Por isso é decreto: só olhos claros! Quanto mais claro melhor! E, de preferência, a uma altura em que eu possa ver...
Escrito por Mari às 02h04
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Por que Garrafinha
Não sou alcoólatra. Todo mundo estranha o nome, mas a verdade é essa:
Molinhas vermelhinhas (no caso, pode-se dizer bicolores, puxando pro loiro)
Corpinho de barril (!!!!!!!)
Altura de tampinha (!!!!!!!!)
Óculos de fundo de garrafa
GARRAFINHA!
E assim eu tenho sido desde aquela fatídica manhã de aulas tão chatas (suspiros)...
Escrito por Mari às 01h57
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Feliz Aniversário!
Eu devia ter postado isso ontem, mas não deu. Então:
Parabéns, Aninha e papai!
Muita paz, amor, felicidade e tudo aquilo que vocês (principalmente o papai) já tão carecas de saber!
Escrito por Mari às 01h45
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Confesso!
Estou começando a gostar de outro alguém... e é platônico!!!
E a culpa não é minha...
Escrito por Mari às 01h32
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É tão ruim fazer o que a gente não quer...
E eu sou obrigada a isso o tempo todo. Agora, por exemplo, comecei uma “reeducação alimentar”. Eu nunca me dou bem com regimes, meu corpo sente e se reflete em tudo, inclusive no meu humor. Eu não noto, mas os outros notam...
Também é ruim não fazer o que a gente tem vontade... agora, por exemplo, eu quero escrever mais, mas não posso, meu pai tá assistindo 24 horas e qualquer barulho extra é motivo pra zanga...
E o pior é que eu já sei o final da série. Como já é comum, “eu sou um spoiller ambulante!”.
Escrito por Mari às 01h31
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Sem comentários
Recebi num e-mail, mas achei que valia a pena colocar aqui...
"CORAÇÃO DE MULHER É IGUAL CIRCO: SEMPRE TEM LUGAR PRA MAIS UM PALHAÇO..."
Escrito por Mari às 01h05
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Ei, é impressão minha ou tem um panda no canto esquerdo da tela????
Escrito por Mari às 03h18
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Impulso
Será que é fácil ler as entrelinhas de uma mensagem de celular? E de duas mensagens seguidas? Tomara que não, porque agora eu fiquei com vergonha...
Escrito por Mari às 02h54
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Sobre tipos...
Essa idéia veio depois de eu, num período do mais puro ócio criativo, pensar muito a respeito tentando achar uma linearidade característica das minhas paixões. Pesquisando, eu achei um ponto em comum em todos: como a Jú disse, são todos “palhaços” (de um jeito mais delicado, são extrovertidos e sabem me fazer rir, o que não é lá muito difícil...). Daí resolvi fazer uma pesquisa de campo, como se eu não tivesse nada mais importante pra fazer.
Uma das respostas que eu mais gostei foi a do Paulo, que trabalha comigo: detalhes, sutilezas. E é verdade, ele se interessa por coisas que, muitas vezes, passa batido pela maioria dos homens que eu conheço (e eles não fazem força alguma pra mudar essa imagem), como um sorriso, um jeito de mexer no cabelo, e até caminhado (!).
A Mônica já tinha me dito antes que gostava de meninos com “cara de mal”, a Aline gosta de mimos, o Rogério de simpatia e mistério, e a Jú de alguma coisa que nem ela mesma sabe, muito menos eu... e até agora, nenhuma característica comum em nenhuma das respostas. Vai ver que eu ainda tenho poucas amostras. Bom, a pesquisa continua, apesar de eu ainda ter muito o que fazer...
Escrito por Mari às 02h53
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Sexta-feira passada
Quando um urubu, um canário e a pantera cor-de-rosa saem juntos, não tem como não ser inusitado. São três seres totalmente diferentes, cada um com suas angústias, medos, segredos não revelados, outros velados, outros às claras. Mas tudo flui com harmonia, a harmonia que pode haver na diferença.
E a boate era nossa, a música era nossa, a bebida era nossa. O baú não era nosso, pertencia ao canário, mas ainda assim, mesmo sem querer, contribuiu para a nossa diversão. E a rua era nossa, os caminhos eram nossos, a comida era nossa – a lanchonete não era nossa, era só a mesa, e ela que não ouse falar... o sorvete também não era nosso, mas fica pra próxima.
Mas existe mesmo algo de bonito num urubu, um canário e a pantera cor-de-rosa andando juntos? E é bonito um portão emperrar no final, sendo que a força dos três não foi suficiente pra abrir? Não, não é... E não é poético, e eu sou péssima com metáforas ou o raio que o parta... sim, nós saímos juntos e foi muito bom e eu quero sair de novo com essas pessoas. E nada de figuras de linguagem!!!...
Escrito por Mari às 02h33
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